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sábado, 22 de março de 2014

INFORME JB

FERIADOS -CUSTO QUE NÃO SE PAGA- A revista Indústria em Ação, da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul-Fiergs- na sua edição de março,publica importante matéria sôbre os feriados no Brasil e interrupção de boa parte das atividades em períodos durante a Copa do Mundo, farão a economia brasileira perder R$45,5 bilhões em 2014, o que corresponde  a 3,6% do PIB industrial nacional.
Há vários anos no Brasil costuma-se usar o desejo de Feliz Ano Novo como ironia após os festejos de Carnaval. Em2014, esse cenário não está  diferente e, ao contrário disso,há quemeleve a máxima potência o assunto e afirme com convicção que este ano só começa mesmo depois da Copa do Mundo. O fato é que o Brasil e o Rio Grande do Sul, que precisam tanto de esforços produtivos para crescerem e sustentarem o desenvolvimento mínimo, terãode enfrentar um ano  dificil na economia e com muito  menos dias úteis de trabalho, aponta o presidente da FIERGS, Heitor José Muller.
A conta de feriados oficiais no Brasil em 2014 soma nove datas diferentes mais sete outras possibilidades com os pontos facultativos. No Rio Grande do Sul, ainda há especificamente mais dois feriados oficiais:Corpus Christi e o 20 de setembro-Revolução Farroupilha. Sendo assim, há 11 datas a serem consideradas em solo gaúcho, mais alguma comemoração municipal, que não está aqui contabilizada. E o que é tão agravante neste calendário?Em vários casos, os dias são durante a semana, E o que é mais agravante ainda?Com a realização dos jogos da Copa do Mundo, os dias de jogos da seleção brasileira confirmados na primeira fas são todos, também, em dias úteis: quinta-feira, terça feira e segunda-feira respectivamente.
A CONTA PARA OS ESTADOS-  A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro realizou um levantamento desse aspecto. Conforme a instituição as perdas ocasionadas pelos feriados nacionais e estaduais à industria brasileira podem atingir R$ 45bilhões em 2014, valor 2,8% maior que o estimado para o ano passado. Em São pode chegar as R$ 156 bilhões. Minas Gerais e Rio Grande do Sul podem deixar de produzir, respectivamente, R$ 4,5 bilhões e R$ 2,8 bilhões. Os prejuizos podem somar R$ 64 milhões no Acre, R$ 227 milhões em Alagoas e R$ 1,4 bilhão no Amazonas
Caberá as empresas fazerem os seus planejamentos.

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