A MORTE DE JANGO NA COMISSÃO DA VERDADE
João Vicente Goulart e Cristopher Goulart,filho e neto do Presidnete João Goulart, pediram a Comissão da Verdade prolvidências jurídicas que possibilitem o acesso a documentos sigilosos e a consequente autorização , pelo Supremo Tribunal Federal de obter de testemunhos informações e documentos que revelem as circunstâncias da morte de Jango, na Argentinal, em dezembro de 1976.
O pedido foi feito durante audiência pública em Porto Alegre da Comissão Nacional da Verdade e dda Comissão da Verdade do Rio Grande do Sul.
A expectativa dos familiares, segundo Cristopher, é esclarecer as causas do fulminante ataque cardíaco de Jango, até março do ano que vem, data do cinquentenário do "golpe militar",
Nada mais apropriado do que êste resgate histórico de sua vida e do legado político e que para nós e de vital importância, afirmou o neto Cristopher Goulart.
Para JoãoVicente a morte do pai não foi natural, Ela teria sido orquestrada pelos militares brasileiros e executada com o apôio dos aparelhos de repressão do Conesul. O motivo,segundo êle, seria o receio dos golpistas é de que Jango retornasse e recuperasse o poder que lhe foi tirado.
João Vicente disse que êle representava a queda constitucional, o derrubado pelo golpe, o rei caído. Na cabeça dêles se tratava de inimigo em potencial, de alguém que poderia reunir pessoas em tôrno de um ideal e derrubar o regime;
Cristopher Goulart, por sua vez, revelou acreditar que o avô foi envenenado eapontou o então Ministro Orlando Geisel como mandante.Acreditamos que a morte tenha sido ordenada ou consentida por êle, numa medida típica da Operação Condor, declarou antes de arrematar que o ataque cardíaco teria sido forjado por um componente químico misturado a medicação da Jango.
Segundo Cristppher, dificuldade técnicas poderão impedir a hiótese de assassinato. "Precisamos t er certeza de ainda pode identificar resquicios de veneno,tantos anos depois.. Vamos fazer uma vasta consulta, arremata o neto de Jango, Cristopher Goulart.

Nenhum comentário:
Postar um comentário